Após ter seu contrato com a Amazon rescindido, Woody Allen retornou ao mundo da literatura, com um novo livro de memórias. No entanto, o mar não está para peixe para abusadores sexuais.

O novo projeto do diretor, acusado por sua própria filha de abuso sexual e pedofilia, foi rejeitado por 4 grandes editoras americanas.

“Os executivos das editoras resolveram não se identificarem, citando um acordo de confidencialidade entre agentes e editores, envolvendo projetos futuros”, afirmou um representante das empresas que se recusaram a publicar o livro do infame cineasta.


Segundo fontes próximas às negociações, o diretor não pretendia falar sobre as acusações de estupro e pedofilia no livro.

Woody Allen continua processando a Amazon por quebra de contrato. Ele pede 68 milhões de dólares como indenização.