O autor Nicholas Sparks foi acusado de discriminar estudantes gay e movimentos LGBTQ na escola onde leciona, na Carolina do Norte.

As alegações foram levantas pela primeira vez em 2014, pelo antigo diretor da Epiphany School of Global Studies, Saul Benjamin. Em uma ação de demissão, ele alegou que Sparks baniu um clube LGBT da escola, e o autor ainda teria acusado Benjamin de “lutar para fazer homossexualidade algo aberto e aceito”.

Em declaração para a Variety nesta quinta-feira (13), Sparks respondeu sobre o reaparecimento da polêmica, que ainda contou com emails vazados do autor.


“O artigo que apareceu no The Daily Beast de hoje não é notícia, e repete falsas acusações e afirmações feitas contra a Epiphany e a mim, e ignora as evidências que enviamos em tribunal. Eu estou feliz pela Corte ter tirado quase todas as acusações contra mim, minha fundação e a Epiphany. Mais importante, a Corte tirou todas as acusações de discriminação e assédio contra mim. Haverá um julgamento sobre os assuntos pendentes, e estou confiante de que o júri analisará as alegações calmamente a meu favor”, disse Sparks.

O julgamento que Nicholas Sparks se refere acontece nos EUA em agosto deste ano.