A série documental Cheer, da Netflix, está passando por mais problemas. Após a prisão de Jerry Harris, acusado de pornografia infantil e pedofilia, em 2020, outros dois personagens da produção foram presos por envolvimento com menores.

Robert Joseph Scianna Jr, o técnico e coreógrafo, e Mitchell Ryan, membro da equipe de dançarinas da Universidade de Navarro, foram presos por assediar adolescentes menores de idade. O Deadline afirma que Scianna Jr “tomou liberdades indecentes e solicitou sexo por um aparelho eletrônico” para vítima.

O técnico foi preso em 3 de fevereiro na Virgínia. O acusado teria se conectado com o menor de idade por uma rede social.


Enquanto isso, Ryan, também detido no dia 3, agrediu sexualmente uma criança. Detalhes sobre o caso não foram revelados pelo site.

A ação do membro de Cheer contra a vítima teria acontecido em 24 de julho de 2020. Ryan foi preso no Texas.

Antes, Jerry Harris foi acusado por pelo menos cinco vítimas. O estudante que aparece em Cheer responde por produção de pornografia infantil, recepção de pornografia infantil, incitar um menor a ter relações sexuais e viajar para ter relações com um menor de idade. O membro de Cheer também foi chamado de “predador sexual” nas alegações.

Cheer na Netflix

A série documental acompanha de perto a equipe de cheerleaders da Universidade Navarro. A Netflix segue de perto a rotina e preparação de alguns estudantes.

O programa acompanha o duro trabalho para a disputa de uma competição da categoria. Entre os detidos, Harris se tornou um dos rostos mais conhecidos de Cheer.

O jovem era visto como um dos maiores motivadores da equipe.

Agora, esse é apenas um dos problemas para uma possível segunda temporada na Netflix. O outro é que o campeonato nacional das cheerleaders tinha sido adiado por causa do coronavírus (COVID-19).

Cheer tem uma temporada na Netflix.