Você já ouviu falar de uma série cuja sinopse te fez pensar: “É sério, Hollywood?”. As tramas que selecionamos abaixo são tão bizarras em suas premissas e execuções que ficamos surpresos que elas foram aprovadas pelas emissoras!

10 incríveis séries não-americanas escondidas na Netflix

Confira:


A NOVIÇA VOADORA | Que tipo de droga um roteirista tem que tomar para criar uma série sobre uma freira que, graças ao seu pouco peso e seu chapéu perfeitamente aerodinâmico, consegue voar? O “dom” da Irmã Bertille a permite ajudar os outros, aparentemente, e foi o que ela fez por 82 episódios, entre 1967 e 1970. O maior choque? Ela era interpretada por ninguém menos que Sally Field, futura ganhadora de dois (dois!) Oscar.

WILFRED | Você já viu essa série antes: É a velha história do homem com distúrbios psíquicos que se apaixona por sua vizinha e vê o cachorro dela, Wilfred, como um homem vestido de cachorro. O curioso é que a premissa criada por Jason Gann (sabe-se lá como!) foi feita duas vezes – na TV australiana, entre 2007 e 2010, e na americana, entre 2011 e 2014 (com Elijah Wood!).

TIM AND ERIC AWESOME SHOW, GREAT JOB! | Tim Heidecker e Eric Wareheim são dois dos comediantes mais “de nicho” dos EUA – seu trabalho é bizarro e trafega em um território de desconforto e ironia que nem todo mundo gosta de assistir. Mesmo assim, a emissora Adult Swim manteve a série dos dois no ar por dez anos, e trouxe convidados especiais como Jeff Goldblum e Zach Galifianakis para contracenar com os comediantes.

SOMBRAS TENEBROSAS | Se o Brasil teve Vamp e O Beijo do Vampiro, pode agradecer Sombras Tenebrosas, novelinha de criaturas sobrenaturais que foi exibida entre 1966 e 1971 – totalizando impressionante 1248 episódios. Seu personagem mais famoso, o vampiro Barnabas Collins (Jonathan Frid), apareceu na trama só em 1967, mas colocou fogo nas intrigas familiares e elaborações de terror da novelinha.

CONTOS DA CRIPTA | O boneco em decomposição que apresentava os contos semanais de terror dessa antologia da HBO foi o astro dos pesadelos de toda uma geração entre 1989 e 1996. Com episódios que pegavam pesado no sangue e nas insinuações sexuais, Contos da Cripta mostrou do que a TV a cabo americana era capaz muito antes de sua era de ouro, e criou um dos mais gloriosamente excêntricos programas de TV da história.

SUPER VICKY | Um homem cria uma pequena androide para posar como sua segunda filha, e a família não conta nada para nenhum dos vizinhos ou amigos… Pode parecer a sinopse de um filme de terror, mas Super Vicky foi exibida entre 1985 e 1989 como sitcom na TV americana, sem dúvida uma das ideias mais bizarras dos roteiristas de Hollywood.

THE PATTY DUKE SHOW | Uma das maiores estrelas mirins dos anos 1950 e 1960, Patty Duke ganhou sua própria sitcom – mas a premissa era um pouco estranha. Na trama, a jovem e urbana Cathy (Duke) ia morar com seu tio caipira, Martin (William Schallert) – o problema? A Prima de Cathy, Patty (também Duke) era simplesmente idêntica a ela! A série nunca explicou como poderiam existir primas idênticas, mas vai saber!

YO GABBA GABBA! | Programas infantis não ficam mais alternativos e bizarros do que Yo Gabba Gabba, que ficou no ar entre 2007 e 2015 trazendo uma coleção de monstros vestidos de maneira excêntrica e um apresentador chamado DJ Lance Rock, que recebia rotineiramente os convidados mais cool da TV americana, como a comediante Sarah Silverman e o ator Fred Armisen.

BANANAS DE PIJAMAS | De novo: Que tipo de droga você precisa tomar para pensar em uma série de TV infantil sobre enormes bananas, vestidas de pijamas, chamadas B1 e B2? Mais ainda, que tipo de droga você precisa tomar para ser o executivo que aprova seis temporadas e 74 episódios das desventuras de B1 e B2?

ALF, O ETEIMOSO | A moda das sitcoms alienígenas (estamos olhando para você, Uma Família de Outro Mundo!) começou com a aventuras do feioso e sarcástico ALF, que passa a viver com a família Tanner. O final da série, em que ALF é preso pelo governo, virou polêmica na época de sua transmissão, em 1990.